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Cerveja trapista: a abençoada – e rara – bebida feita pelos monges

Você já ouviu falar nos monges trapistas? A denominação “trapista” refere-se ao outro nome dado à Ordem dos Cistercienses de Estrita Observância, uma congregação católica. Começou a tomar corpo no século 17, com diferentes monastérios promovendo reformas internas no sentido de uma vida mais orientada ao silêncio, à renúncia e à obediência. Um dos princípios fundamentais dos trapistas é o lema beneditino ora et labora, “reza e trabalha”. E um desses trabalhos (graças a Deus!) é fazer cerveja.

E não se trata de uma bebida qualquer. Comparando, dá para dizer que as trapistas estão para as cervejas como o champanhe para os espumantes. As cervejas produzidas pelos monges trapistas são complexas, com sabores frutados, amadeirados e de personalidades distintas entre si.

Para se aventurar

As cervejas trapistas são todas do tipo ale, mas podem variar em cor e teor alcoólico. Apesar de serem cercadas de tantas regras e tamanha aura de exclusividade, orbitam entre 5% e 11,3% de teor alcoólico e podem cair bem para qualquer paladar.

Para experimentar as três variedades de Westvleteren, talvez você tenha de dar um pulinho à Bélgica, mas as outras seis podem ser encontradas no Brasil, aqui mesmo no Jobim. Gostou da história? Agora é hora de provar!

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